Rei Lear
Descrição
Rei Lear, um dos textos maiores de William Shakespeare, conta-nos a história de um monarca envelhecido que decide dividir o reino entre as três filhas, esperando retirar-se do governo, mas conservar a autoridade e a reverência de todos.
Ao exigir declarações públicas de devoção, desencadeia um jogo político que rapidamente se volta contra ele. Expulso do poder e traído pelas próprias alianças que julgava seguras, Lear vagueia num mundo que já não lhe pertence. Na tempestade e na ruína descobre demasiado tarde a fragilidade do poder e da própria condição humana.
Texto: William Shakespeare; Tradução: Álvaro Cunhal; Encenação: António Pires; Com: Adriano Luz, André Ramos, Carolina Campanela, Cláudio da Silva, Crista Alfaiate, Dinarte Branco, Dinis Gomes, Francisco Vistas, Gonçalo Norton, Hugo Mestre Amaro, Jaime Baeta, João Barbosa, Marcello Urgeghe, Rodrigo Machado e Sofia Marques; Cenografia: João Mendes Ribeiro; Figurinos: Luísa Pacheco; Música: Daniel Bernardes; Caracterização: Nuno Esteves (Blue); Assistente de encenação: Carolina Ferrão; Desenho de luz: Rui Seabra; Desenho de som: Paulo Abelho; Costureira: Rosário Balbi; Construção de cenário: Fábio Paulo; Operação de luz: António Serrão e João Madeira; Operação de som: Vasco Maciel; Chefe de guarda roupa: Inês da Mata; Assistentes de guarda-roupa: Beatriz Dinis e Ema Falcão; Ilustração: Joana Villaverde; Fotografia de cena: Miguel Bartolomeu; Assistente de produção / Bilheteira: Andreia Alencar; Assistente à direcção de cena / Frente de sala: Afonso Luz; Materiais gráficos; Mário Sousa; Direcção de produção: Carolina Leite Ribeiro; Coordenação de produção: Isabel Carvalho; Administração de produção: Ana Bordalo; Comunicação: Maria João Moura; Produtor: Alexandre Oliveira; Produção: Ar de Filmes / Teatro do Bairro
Informação do Local
Teatro do Bairro
- Rua
- Rua Luz Soriano 63
- Cidade
- 1200-247 Lisboa
- Concelho
- Lisboa
- País
- Portugal
O Teatro do Bairro é um espaço cultural polivalente localizado no coração do Bairro Alto, em Lisboa. Inaugurado em 2011, ocupa as antigas instalações da rotativa do jornal Diário Popular e é gerido pela produtora Ar de Filmes sob a direção de Alexandre Oliveira e António Pires.
O espaço funciona como uma "casa das artes", acolhendo uma programação eclética que inclui:
- Teatro: Produções próprias da companhia residente e acolhimento de outras estruturas.
- Cinema: Exibições regulares (muitas vezes aos sábados, com bilhetes a 5€).
- Música e Dança: Concertos e espetáculos performativos variados.